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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Dimensões do Diálogo

"Dimensões do Diálogo" é um curta produzido por Jan Švankmajer  (o rei em Stop-Motion) em 1983. 
Seus filmes são considerados únicos em essência e gênero. Objetos e alimentos tomando vida e movimento em ambientes escuros e fechados são características constantes nos filmes de Švankmajer . [fonte: filmow]



Sinopse: Um retrato da comunicação dividido em três partes: a primeira mostra três cabeças (feitas de diversos materiais, entre frutas, peças de cozinha e material escolar) devorando-se infinitamen- te; o segundo retrata um casal e seus problemas para lidar com o produto de sua paixão; e o último mostra duas cabeças jogando uma variante bizarra do jogo pedra-papel-tesoura.


Resolvi postar esse curta no meu blog pois o achei fantástico. Sem mais.
Arrisco até dizer que é um dos melhores curtas que já assisti. (okay, coloco todos os curtas do Švankmajer na minha grande lista de favoritos ♥)

Fiz uma breve análise do curta - que é dividido em três partes - que é uma animação intensa, psicológica e reflexiva.

O primeiro curta dos três que montam a peça, mostra como o homem é fruto da cultura e depois como a cultura é fruto do homem - cada vez que um ''engole'' o outro, ''cospe'' - cria - um ser novo e diferente.

Na sequência temos um casal, que após uma relação sexual incrivelmente linda, percebe o surgimento de um ser estranho e tentam um jogar a responsabilidade para o outro, assim começando uma briga até se destruírem. No início da segunda parte temos o casal tornando-se um só por desejo, momento, paixão... no final vê-se eles se tornando um só quanto a deterioração do relacionamento.

Por último, a compatibilidade de pessoas que no começo se concordam e se completam, até com o passar do tempo se desentenderem até se destruírem.

FANTÁSTICO! Vale muito apena reservar onze minutinhos para apreciar esse curta.


segunda-feira, 2 de maio de 2011

A montanha dos muitos abutres



"Se não houver notícias, vou lá fora e mordo um cachorro." Frase citada por Kirk Douglas no filme dirigido por Billy Wilder, Ace in the Hole, nos deixa uma reflexão sobre até que ponto um repórter iria por uma notícia.
Notícia, circo, show. Até que ponto vai a ética jornalística quando o principal pensamento é vender notícia e entrar para a história?
O filme americano, produzido em 1951, é extremamente atual. Quando acompanhamos a saga do repórter Charles Tatum que afirma que matéria jornalística é algo grandioso, é um show com longas suítes, e se algo grandioso não acontecer e as notícias forem as rotineiras, vá buscar um gancho e manipule a situação para atrair multidões, todos os jornais e para tornar-se um herói. Com esse pensamento, o protagonista mostra como o sensacionalismo pode ser feito e como o jornalista pode perder o controle da situação criada pelo mesmo.
Quando ligamos nossa televisão em pleno século XXI e deparamos com a “imprensa marrom” dominando os canais televisivos, vibramos, ficamos alucinados acompanhando todo aquele show que nos enche os olhos e nos faz viver um conto de fadas, uma novela, algo digno de Hollywood – o fato inusitado, o escândalo que acontece na vida real com pessoas reais.
Umas guerras de emissoras de televisão as fizeram explorar uma chacina cometida em uma escola em Realengo – RJ há menos de um mês, era uma competição de quem mostrava mais imagens de crianças sangrando, de corpos, de familiares desesperados, quem traçava o melhor perfil psicológico do assassino, foi um verdadeiro show, digno de aplausos. Outro caso foi o da Guerra Urbana que teve início na última semana de novembro de 2010, uma emissora cobriu por 24h o caso ao vivo, foi tanto escarcéu que a transmissão atrapalhou a operação dos policiais facilitando a fuga dos bandidos que acompanhavam a cobertura a ser televisionada.
O papel do jornalista é informar, é ir para a mesa escrever o acontecimento, ser imparcial (o que não aconteceu no caso Isabela Nardoni, a mídia acusou Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, sem ter provas, fazendo assim a população se revoltar contra o casal), ir atrás da verdade, independente se há um governo pressionando por trás ou se tal cobertura simples – não simplória – não rende a fama necessária para seus mil dólares. Antes de tudo, o jornalista deve ser jornalista, e manter seu foco em tal ética e não vender a alta por qualquer luz de ribalta e entrar em um beco sem volta e nem saída.

terça-feira, 1 de março de 2011

Filmes do 2º mês

Como havia dito, farei uma lista dos filmes que assisti em fevereiro e que de alguma forma me marcaram.
Lembrando que essa ideia de listar filmes e músicas por mês, vi no blog da Wendy Tonhati  e ela disse que é comum, gostei da ideia e passo adiante.


Nunca fui tanto ao cinema em um mês como fui neste mês de fevereiro, estreiava um filme, no sia seguinte já estava lá. Como o Cine Cultura fechou por motivos financeiros, me resumo ao Cinemark e sua pipoca com manteiga *-*
Minhas aulas começaram dia 1º, desde então não ando com muito tempo para assistir filmes como assistia nas férias, mas sempre há algum final de semana ou aquela madrugada de insônia.
Começando a lista, acho que se forçar bem a memória consigo me lembrar do primeiro filme que assisti em fevereiro, eu como uma Rickmaníaca ASSUMIDA (coitados dos meus amigos) abri o mês com o filme Snow Cake.

  • Snow Cake > É um filme muito lindo *-*, conta a história de Alex Hughes,  que está no Canadá para se encontrar com a mãe de seu falecido filho, no caminho ele dá carona para Vivienne, jovem que vai visitar a mãe. Na viagem um caminhão atinge o carro, matando a jovem. Alex sai então à procura da mãe da jovem. Ao encontrá-la, descobre que ela é autista e resolve ficar para ajudar no funeral de Vivienne. Me apaixonei demais pelo filme *-*

  • A outra > Filme estrelado por Natalie Portman e Eric Bana com o roteiro adaptado da obra homônima escrita por Philippa Gregory, que conta de forma literária a história da rainha consorte Ana Bolena. Filme bom de ser assistido apenas pela interpretação da Natalie Portman como rainha da Inglaterra (ainda acho que ela merecia o Oscar por esse filme), pois é um filme com uma visão mais popular e deturpada da história da rainha dos mil dias.

  • Ana dos mil dias > É um filme biográfico de 1969 que conta a história da rainha da Inglaterra, Ana Bolena. Ao contrário do filme "A outra", Ana dos mil dias conta a história dessa polêmica rainha com mais veracidade. 

  •  A song to remember > Filme biográfico, de 1945 que conta a história do compositor do período  romântico Frédéric Chopin. O filme é extremamente idealista e com cenas de patriotismo que nos arranca lágrimas dos olhos. Porém achei massante as cenas que envolviam a personagem George Sand, me irritava cada vez que essa personagem aparecia. A trilha sonora é composta por músicas do compositor, o que deixa o filme mais lindo ainda, e uma coisa que achei engraçadinha foi a amizade de Chopin e Liszt que é mostrada no filme. *-*

  •   A Encruzilhada > É um filme de 1986 que tem como protagonista Eugene Martone (Ralph Macchio, ETERNO Daniel San) e Joe Seneca (Willie Brown). O filme conta a história de Eugene, um fã do bluesman Robert Johnson, e sua aventura com Willie Brown rumo ao Mississipi. O desfecho do filme se dá com um glorioso duelo de guitarras entre o Daniel San e o  e o guitarrista do Diabo, Jack Butler (ninguém menos do que o guitarrista Steve Vai, que por força divina e dos roteiritas, faz o pirralho vencê-lo). O duelo HISTÓRICO pode ser visto aqui: Crossroad 

  •  Die Hard > Deixo para esse filme que já assisti milhões de vezes apenas uma pergunta e um ataque estérico: "Como o John McClane conseguiu prender uma arma de fogo nas costas com fita crepe - COM FITA CREPE, qqqqq?" e ... "HANS GRUBER, HANS GRUBER, HANS GRUBER ❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤

Começarei a sessão Cinemark:

  • Caça às bruxas > O filme que me fez rir de raiva pois não estava entendendo como o filme pulverizou todas as minhas espectativas de ser um filme bom. Okay, um épico com o Nicolas Cage não é de se esperar grande coisa, mas se você for assistir esse filme, pensando que verá algo fiel ao que a história dos livros e documentários nos contam, você irá apenas se decepcionar. Mas se você vai querendo apenas ver muita³ fantasia, boa sorte. =)

  • Black Swan > AIDELS, só eu sei o QUANTO eu esperei por esse filme, havia assistido antes, pois o Cinemark aqui de Campo Grande é meio suspeito com estreias e fiquei com medo de esse filme não vir para cá. Sinceramente? Voltei ao cinema para assistir novamente, achei esse filme encantador *-*, a Natalie Portman mereceu muito³ o Oscar que ganhou por sua atuação como Nina Sayers, torci muito por ela *O*. O filme é um ''terror psicológico'' que conta a história de uma jovem perfeccionista e obcecada em ser a melhor, ganhando o papel de Rainha dos Cisnes. Até esse ponto tudo okay, o problema mesmo começa quando ela atinge a perfeiçao como Odette mas não tem ousadia suficiente para ser Odile, então ela começa um conflito psicológico que acaba de uma forma trágica porém perfeita!

  •  The King's Speech > O ganhador do Oscar de melhor filme (vibrei muito por isso, o mai smerecido, com certeza), conta a história do rei George VI (Colin Firth, ganhador do Oscar de melhor ator) e como ele teve que enfrentar e superar sua gagueira para aparecer publicamente. É um filme biográfico baseado no diário do rei George VI, que merece toda atenção possível. Indico muito esse filme.

  •  Burlesque > Como eu suspeitava, o filme é uma fusão barata e mal feita de Coyote Ugly com Cabaret. Muito mal interpretado pela cantora Christina Aguilera. Apenas me fez ficar com raiva de ter gasto 7,50 R$ para ir assistí-lo. u.u

  •  O Ritual > É um filme sobre um cético que entra no seminário para não continuar trabalhando na funerária de seu pai e é encaminhado para Roma para fazer um curso de exorcismo, lá ele presencia acontecimentos sobrenaturais e começa a questionar em que acreditar. Filme muito bom, sai do clichê, é na linha do filme "O exorcismo de Emily Rose".  O fime é estrelado por Colin O'Donoghue, Anthony Hopkins e pela brasileira Alice Braga. O ritual é baseado em fatos reais.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

St. Berry Lovers ♥

(foto manipulada por Brenna)

Quem me conhece sabe como eu acho ridículo fanatismo, ainda mais por série, artistas, personalidades, programas de tv, filmes, etc e talz... até porque você não conhece tal pessoa que você diz amar para sempre. Acho isso besta mas tudo bem. Esse post é sobre um casal que torço muito de uma série que acompanho. É, torço muito, sou fã do casal e irei explicar porque, sou de uma comunidade referente ao casal e me divirto muito nessa comunidade. Acho que você pode ser fã de algo sem fanatizar e bancar o imbecíl. E eu estou SIM fazendo propaganda (mua*) desse casal e da comunidade (onde todos são muito bem recebidos por sinal, as meninas são uns amores)


(foto manipulada por Brenna)

Pois é, é o casal  Rachel  Berry e Jesse St. James, da série Glee. 
Olha, eu assisto MUITAS séries, mas MUITAS séries MEEEEESMO... e esse é o meu casal favorito \o/
Vamos lá... uma breve história de como aconteceu St. Berry.
O personagem Jesse St. James (o todo lindo Jonathan Groff) tinha apenas UMA missão, que era apresentar a ''professora'' do Vocal Adrenaline Shelby Corcoran (Idina Menzel) à sua filha  Rachel Berry (Lea Michele). Jesse aproveitaria essa deixa para treinar seus dotes como ator. Então ele se aproxima de Rachel e se encanta com o talento da mesma. Como Glee é uma série musical, eles cantam uma música de Lionel Richie chamada ''Hello'' e a partir dali iniciam um romance.


 


Só que não devemos brincar com os assuntos do coração, ficou mais que claro que eles iriam se apaixonar... e não deu outra. Ele não conseguia mais atuar e ela já estava encantada por ele. Só havia um porém... Jesse fazia parte do grupo glee Vocal Adrenaline e Rachel do New Directions, eles iriam disputar o troféu nas Regionais. Então no início o namoro foi meio às escondidas, mas logo Jesse mudou para a escola de Rachel e entrou para o New Directions.



Rachel começa a confiar em Jesse e a contar seus desejos mais profundos - um deles é o de conhecer sua mãe biológica. Rachel tendo esse sonho tornou de certa forma a ''missão'' de Jesse mais fácil. 
Enquanto o tempo passava eles enfrentaram brigas, ciúmes (do Finbecil), a primeira vez da Rachel (que não aconteceu porque ela é besta... tipow... era o Jesse... por que não perder a virgindade com o Jesse? -q... não faz sentido -q) entre outras coisitas mais.


Pois bem... Jesse conseguiu realizar o tão sonhado encontro de mãe e filha (e creio que até hoje a Rachel não sabe porque o Jesse fez tudo o que fez com ela) e a ''missão'' do Jesse havia terminado. 
Jesse cursava o último ano do colegial e pretendia ganhar uma bolsa de estudos para a Faculdade da California - LA, e ganhando as Regionais seria mais fácil. No glee New Directions ele não teria chances de ganhar, então ele volta para o Vocal Adrenaline partindo o coração da Rachel.


Ele escolheu a carreira ao invés de sua paixão pela Rachel. Entendo muito bem a escolha que ele fez e imagino o quanto ele deve ter sofrido, pois em uma das cenas ele teve que mostrar que estava de volta ao Vocal Adrenaline fazendo algo monstruoso e que muitas pessoas não entenderam e o colocam como vilão da história. É uma cena muito triste, na qual o Jesse chama a Rachel e ela vai toda feliz encontrá-lo e começam a tacar ovos nela, uma colega do Jesse pergunta se ele não irá tacar o dele e a Rachel responde com lágrima nos olhos ''do it (faça)'', e ele com toda a tristeza do mundo carregada no olhar quebra o ovo na testa dela como se ele estivesse quebrando na dele. Okay, aí ele prova que está de volta ao Vocal Adrenaline e eles ganham as Regionais.




Okay... após tudo isso ter acontecido... Beatriz, você ainda torce por este casal?
MAS É CLAAAAAARO QUE SIIIM!!!!
Okay, acho que essa ovada foi escrita num momento de surto e maconha do autor da série, mas tudo bem. HAUHAUHAUHA' *cena desnecessária*
Por que eu amo esse casal? Porque eles se completam! 
A Rachel faria a mesma coisa se ela estivesse no lugar dele, pois ela visa a carreira em primeiro lugar também.
Esse casal nomeado St. Berry, é perfeito pois a química entre os dois é perfeita.
O Jesse é um cavalheiro, muuuuuito³ gato, que sente orgulho da Rachel e tem tanto talento (ou mais até) quanto ela. A voz dos dois combinam, tudo dos dois combinam. Embora ele tenha feito uma gemada na testa dela, ele a amou de verdade, ele entendia a alma dela, o drama dela, os sonhos dela. Ele a apoiava, a protegia e sofreu por ela.




E toda essa química rola porque em off eles são melhores amigos. Isso mesmo, Lea Michele e Jonathan Groff são best friends forever. Ele vai em todas as apresentações dela e ela diz que ele é o braço forte dela. Vivem juntos e parecem namorados na vida real. Então quando Jesse atua com Rachel, é como se Jonathan estivesse falando com Lea, e não o Jesse com Rachel. Eles dão o ar de realidade, de espontaneidade e não de roteiro decorado. 
Eles foram feitos um para o outro e merecem ficar juntos. Como o Jesse irá voltar no final da segunda temporada da série (vamos rezar para que ele fique fixo \o/), acho que terá mais St. Berry *-* ... e suas cenas quase quentes (se bem que qualquer cena com o Jesse é quente. mua*)


Essa dupla dinâmica protagonizou o espetáculo musical rock da Broadway "Spring Awakening" que mostra o despertar sexual da adolescência.
Jonathan é Melchior (personagem carismático, determinado e inteligente - adora ler livros) e Lea é Wendla (amiga de infância que se apaixona por Melchior).
O espetáculo é  dividido em dois atos e vale a pena ir atrás para assistir.


Agora irei falar da ''Máfia St. Berry''.
As pessoas que assim como eu gostam e querem que esse casal fique junto ao longo da série e que acompanham o trabalho de Jonathan Groff e Lea Michele, se juntaram em uma comunidade do orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=107157375 para fazerem fanfics, compartilhar imagens, gifs, músicas, vídeos, etc. Incluindo o badalado chat, no qual sai de tudo, mas o mais legal é quando pegamos o Finbecil para Judas...HAUAHUAIHIAUHA.. ele é mais malhado que personal trainer em academia.
Nossa comunidade completou 1 mês no último dia nove. Um mês de longas conversas, muitas gargalhas, suspiros, carinho e MARATOOOONAAA ST. BERRY!!!! (tem para baixar na comunidade)


Então... se você é assim como eu e como essas meninas que gostam de sair do clichê Finchel (ninguém merece a Rachel com o Finn né, é pa acabá ¬¬), entre nessa comunidade e faça parte do grupo St. Berry, tenho certeza que você será muito bem vindo!



Só lembrando que para a alegria da mulherada o Jon estará de volta \o/
Até porque, nós merecemos ver algo LINDO como ele e algo inspirador como esse casal - St. Berry!

Se eu fosse você, eu daria uma avaliada no casal e torceria com a gente para o autor deixá-los terem um romance épico!

E embora soe meio ridículo vindo de mim, eu digo:

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O príncipe dos ladrões da BBC

Hoje irei divulgar (sim, é uma divulgação) uma das melhores séries que eu já assisti. A série  foi produzida pela companhia independente Tiger Aspect Productions para BBC One, com co-financiamento da BBC América no ano de 2006 e conta com três temporadas MARAVILHOSAS! Eu como uma maníaca por séries e por História (ainda mais sendo medieval), não iria deixar de assistir né. rs/



Pois é, a série é Robin Hood, e é a melhor versão de Robin Hood que existe okay!? E o pior foi que depois de ter assistido essa série, nenhum filme  que conte sua história irá me fazer feliz. rs/
Um pouquinho sobre a série... 
Após cinco anos lutando na Terça Cruzada, como parte da Guarda pessoal do Rei Richard, Robin de Locksley (Jonas Armstrong) e seu fiel e melhor amigo Much de Bnchurch (Sam Troughton) regressam da Terra Santa  e encontram a Inglaterra em um estado lastimável comandada por tiranos. 
Um dos tiranos, o alguacil de Nottingham, Vasey (Keith Allen) converteu-se a sheriff tomando o cargo de Edward (pai da Marian) e transformou a vida dos moradores da cidade em um constante inferno na terra.
Robin de Locksley era Conde de Huntingdon, e Senhor de Locksley e seu patrimonio, mas enquanto estava na Terra Santa, o belo (haha) homem que veste couro preto - Sir Guy de Gisborne (Richard Armitage *-*) - toma seu lugar. Quando Robin volta e vê toda injustiça cometida em seu condado, dirige-se ao sheriff de Notthingham para reclamar e é caçado. Então Robin foge para a Floresta de Sherwood, assim tornando-se um fora da lei.
 Não demorou muito para Robin e Much juntarem uma ótima turminha de fora da lei.


A liga formada por Little John (Gordon Kennedy), Allan A Dá-lhe (Joe Armstrong), Will Scarlett ( Harry Lloyd), Djaq (Anjali Jay), Robin e Much, vivem para proteger Nottingham e roubar os tesouros dos ricos que passam pelas florestas e darem para os cidadãos que perdem seus bens pagando um imposto muito alto implantado pelo sheriff e cobrado por Guy of Gisbourne.
Uma outra personagem que ajuda essa tropa como espiã direto do castelo é Lady Marian (Lucy Griffiths), paixão eterna de Robin e cobiçada por Guy. Marian com sua beleza épica está longe de ser aquela donzela indefesa esperando o príncipe encantado, a personagem de personalidade marcante não mede esforços para montar à cavalo e ir para uma batalha. Uma personagem que domina muito bem a espada, é ponto chave das maiores emoções da série.



 Um outro personagem que surge na segunda temporada é o Príncipe Jhon (Mr.Rochester de Jane Eyre), é irmão do Rei Richard e deseja a todo custo ser rei da Inglaterra. Ele é um personagem que arranca boas gargalhadas com o seu ''Do you love me?'' Paranóico, insano, ambicioso... sua loucura é astuta e convenhamos... MUITO engraçada!


Mas um dos melhores personagens é o vilão master, o sheriff. Ele é chato, dá vontade de matá-lo, mas ele tem umas manias realmente engraçadas, o jeito dele debochar, o jeito como ele implora para o Robin salvá-lo e sempre tenta caçá-lo, é CÔMICO!
O sheriff com o seu ''blá blá blá'', é o alvo principal de Robin. Ao longo das três temporadas há encontros fervorosos entre Robin e sua liga com esse vilão divertido. Aí vem a pergunta: ''Por que não matam logo esse tirano no primeiro episódio?''... resposta: o louco do príncipe John jurou tirar Nottingham do mapa se algo acontecesse ao sheriff. Aí que é o engraçado, o Robin querendo matá-lo mas para salvar a cidade tem que salvar sua vida diversas vezes. Contraditório mas engraçado. HAHAHAHA'


É uma série que te faz rir, chorar, sentir raiva, gargalhar e suspirar.
É difícil ver séries/filmes que tratam da época medieval com TANTA fidelidade quando esta tratou. Não apenas o figurino e a cenografia, mas também as músicas, as armas, a pólvora, as construções, TUDO que lhe faze entrar naquela época e desejar viver alí.
A série mostra um lado humano da história de cada protagonista que você se sente tão familiarizado que de certa forma sofre quando algum deixa a série para dar lugar a outro (mudanças de personagens na terceira temporada).
De fato, o personagem que mais me causa emoções é Guy of Gisbourne. Ele vive em uma eterna guerra entre a ambição e o amor. Ele é aquele "vilão bonzinho", o tipo de pessoa que faz de tudo para subir na vida mas larga tudo isso por amor e é ferido e age no impulso. Na terceira temporada dá para entender todo o ódio que ele nutri por Robin, e acredite, é comovente. Além do ator que interpreta o Guy (Richard Armitage) pertencer a minha lista de ''sonhos de consumo'', ele me cativou, tanto o personagem quanto a interpretação do ator, não demorou dois dias e baixei outra série que ele fez nomeada de ''North and South'' (muito boa também). Guy é o responsável pelo triângulo amoroso da série, que envolve o próprio, Lady Marian e Robin Hood. E francamente, torci MUITO para ele ficar com ela, ele fez TUDO por ela, aquilo era amor verdadeiro.


Robin Hood verdadeiro... 
Lembrando que  ainda resta dúvidas de que a história de Robin Hood seja verídica ou não. Bem, verdade ou mito, há um túmulo onde amantes da história que atravessa milênios e inspira milhares visitam para prestar suas homenagens.



"A provável sepultura está localizada cerca de 600 metros da antiga portaria do Convento de Kirklees. Diz a lenda, que sabendo que morreria, na presença do seu fiel amigo Little John, lançou uma flecha que caiu a cerca de 600 metros do local, determinando dessa forma, ao amigo onde deveria ser sepultado. No local, há uma construção retangular, muito mal conservada, com muitas folhas e galhos de árvores. Dentro tem uma laje com inscrições num inglês arcaico ou algo parecido, que diz:
Hear Underneath this laitl Stean
Laz robert earl of Huntingtun
Ne'er arcir ver as hie sa geud
And pipl kauld im robin heud
Sick utlawz az hi an iz men
Vil england nivr si agen.
Obiit 24 kal; Dekembris 1247

“Aqui jaz Roberd Hude” " 
(fonte: http://tumulosfamosos.blogspot.com/2010/02/robin-hood-arte-tumular-351-kirklees.html)



Então... o que está esperando para embarcar nessa aventura maravilhosa e baixar a série?
E lembre-se: TODOS NÓS SOMOS ROBIN HOOD!